The Sundering

E a História Começa
ou "Caralho! Como assim ele tá rasgando a pele?"

Era o início de um festival em Baldur’s Gate quando Dona Eva, Garret, Goldor e “Rato” presenciam o assassinato do duque da cidade, Abdel Adrian.
Ao tentar cantar uma canção para auxiliar, Abdel, “Rato” acaba o distraindo, o que leva ao falecimento do ex-aventureiro e ao aparecimento do último dos Baalspawns.
Após uma luta difícil, os heróis conhecem Rilsa Rael, Torlin Silvershield e Ulder Ravengard e começam a trabalhar para eles.

-Rato: "E então Garret com uma flecha que parecia guiada pelos deuses, deu o ultimo golpe na vil criatura!’
-Garret: “Hã… era um virote de besta e…”
-Rato: “Você já ouviu falar de virote guiado pelos deuses? Não? Então era uma flecha!”

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Conhecendo os Patronos
ou "Que se iniciem os trabalhos"

Logo de cara nossos heróis receberam três tarefas, uma de cada empregador: Rilsa Pede ao grupo para roubar um coletor de impostos abusivos (a fim de redistribuir o dinheiro entre as pessoas mais pobres); Ravengard pede a eles que procurem ligações de alguns cidadãos com a guilda dos ladrões da cidade. Para tal ele entrega um mandado de busca e os aponta na direção de três alvos: a alquimista Yssra Brackel (que cai do segundo andar de sua casa), a dona da taverna “The Low Lantern”, a ex-capitã pirata Laraela Thereth e o patriarca (morador da parte rica da cidade) Norold Dlusker, que aparentemente faz receptação e redistribuição de bens para a guilda. Após ser confrontado por Dona Eva e Goldor da situação, ele abre o jogo e diz que é financiado por uma “Lady Keene”.
Silvershield Pede a eles que fechem dois antros de vício na cidade: “O Oásis”, em Pequena Calimshan e a própria “Low Lantern”.
-Goldor: a comida tava munto boa na casa do Silvershield mas Garret falou alguma coisa complicada para ele e não pudemos comer mais.
Garret consegue impedir o fechamento da “Lantern” ao receber um colar de pérolas como “colaboração”

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Vandalismo e Repressão
ou "Como BG começa a ir para o ralo"

O Conselho de Duques, encabeçado por Silvershield promulga uma lei que diz que “(…) todos os cidadãos de Baldur’s Gate deverão se vestir de forma apropriada (…)”, ou seja, apenas os cidadãos mais ricos poderiam usar as roupas mais coloridas e as jóias mais caras. Isso não afeta diretamente os aventureiros, então isso fica renegado a uma nota de rodapé.
Ao andar pelas ruas eles percebem uma onda de vandalismo que se mostra clara com pichações como “Acabem com os patriarcas!”, ou “Abaixo o Flaming Fist!”.
Para tentar acabar com o vandalismo, Ravengard despacha seus soldados para lidar com a população, mas os homens da lei se aproveitam para achacar os moradores da cidade. Garret fala algo discretamente com um halfling que lidera uma patrulha e ele passa a defender os civis, como que por mágica. Isso deixa Goldor e “Rato” sem entender, mas eles não se aprofundam no assunto por confiarem no amigo.

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As Estátuas e as Mãos
ou "Quem rouba as mãos de uma estátua?"

O dia começa com monumentos vandalizados: uma estátua de Umbrelee (a deusa dos mares), uma dos Flaming Fist, uma do fundador da cidade, Balduran, uma conhecida como “Seis Mercânicos Sábios” e uma chamada “O Vendedor Fiel Encontra o Mercador Honesto”. Isso deixa a população mais rica abismada e a mais pobre, encantada pela “brincadeira”.
O problema se agrava quando, no dia seguinte, a estátua de um dos companheiros de Abdel, o ranger Minsc, também tem suas mãos roubadas. Isso deixa a cidade inteira em um clima de fúria, pois é a estátua favorita de todos.
Cada um dos empregadores pede que os culpados sejam descobertos, mas cada um pede que o problema seja resolvido de um jeito: Rilsa pede que os garotos sejam entregues a população para que a justiça seja feita pelo povo. Silvershield quer que os culpados, caso sejam da elite, sejam protegidos e o caso encoberto enquanto Ravengard quera prisão dos culpados e que um julgamento seja feito.
Os heróis acabam descobrindo que os culpados são garotos filhos de patriarcas, mas os entregam à Ravengard, para o descontento das famílias e de Silvershield.

Goldor passa a frequentar cada vez mais a fortaleza dos Flaming Fists e começa a treinar com Ravengard.

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Descendo pela garganta da caverna
ou Conhecendo nosso Anfitrião

Do diário de “Rato”:

Durante uma conversa que estava se mostrando pouco produtiva com aquele que parecia ser uma espécie de conselheiro ou xamã dos homens-lagartos, Garret conseguiu me convencer a poupar a vida da criatura. Como forma de agradecimento, eles nos rascunhou um mapa tosco num pedaço de pergaminho. Após, correu e mergulhou no pântano mal-cheiroso do qual nunca deveria ter saído.

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Ah, sim, a “lagartixa” também nos disse que, em verdade, não haveria apenas um dragão negro, mas um casal. Essa informação, por si só, já nos era valiosa. Mas precisávamos ter certeza de sua veracidade. Os homens-lagartos não são exatamente famosos pela confiabilidade de suas informações. Demais disso, eu não poderia perder a oportunidade de ver de perto um dragão negro! Isso seria uma valiosa fonte de inspiração para minhas futuras canções e a possibilidade de aprimorar a minha língua dracônica. Minha pronúncia anda um pouco enferrujada… Ultimamente, tenho treinado apenas com Garret.

Enfim, pedi à Jillian para chamar uma ave para que levasse as informações até então obtidas para a cidade. Um nobre e garboso falcão nos fez o favor de levar nosso pergaminho. Espero que tenha chegado a salvo.

Continuamos nossa aventura descendo ao nível inferior da caverna por uma longa escada. A cada degrau, o lugar se tornava mais frio, escuro, úmido e fedorento. Nossa, fedia mais do que os flatos do Goldor após comer um assado de bucho de javali com cebola.

Nosso grupo encontrou várias salas ao final das escadas. Enquanto os que nos guiavam teciam longas e infindáveis discussões sobre qual a porta deveria ser aberta primeiro, resolvi praticar um pouco do meu ofício para afastar o marasmo. Osfrid me pareceu especialmente irritado com o meu treino. Não consegui entender o motivo. Se tem alguém que precisa ouvir um pouco de música e alegrar o coração, é aquele paladino pomposo e mal-humorado. Ele não tem poesia no coração.

Enquanto o resto do grupo pareceu particularmente interessada em umas ossadas e numa fonte que me pareceu sem importância, resolvi descer um pouco mais pelo corredor com Jillian e Evandele.

Encontramos um pequeno ídolo de pedra em uma pequena arcada. Ao ser tocado para um exame mais cuidadoso, a estatueta começou a urrar mais do que uma harpia raivosa naqueles dias, reverberando por todo o corredor. Nem quando foi arremessada na água, ela se calou. A magia era muito poderosa. Acabávamos de perder o elemento surpresa.

Na próxima sala em que entrei, mais ossadas e mais túmulos. Um me chamou a atenção em especial. Era um enorme esquife de pedra, retratando um senhor de barba cumprida com um símbolo de proteção antigo na testa. Tive que pedir a ajuda de Goldor para poder abrir. Após um momento de tensão (no qual o bárbaro pareceu passar mal), encontramos uma maça de guerra finamente trabalhada, com o entalhe de dois dragões. Como Goldor não se interessou por ela, achei que não faria mal levá-la comigo. Com certeza, seu dono anterior não mais necessitaria da arma. Tampouco o ouvir tecer qualquer reclamação.

Continua….

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O Encontro com nosso Primeiro Dragão
ou Cuidado com o que Você Deseja

… Continuação.

Continuando a exploração pelo mesmo nível onde nos encontrávamos, Garret e eu resolvemos tomar a dianteira um pouco para agilizar os trabalhos de exploração.

Acabamos por achar uma espécie de ante-sala, onde lutamos contra um pequeno grupo de homens-lagartos. Nada digno de nota. Depois da pequena contenda, Garret e eu encontramos um enorme baú que estava semi-enterrado. Para nossa decepção, não havia nada no baú além de muitas moedas de cobre (sim, isso mesmo, apenas moedas de cobre) e um pequeno espelho de prata bem interessante, cujo poder era o de “revelar a verdadeira beleza daquele que nele se olhasse”.

Conseguimos encontrar uma nova escada, que nos levava ainda mais para dentro da caverna. Entretanto, antes que tivéssemos a oportunidade de descer, Osfrid, usando suas habilidades inatas de desbravador, encontrou uma espécie de gosma/limo que se agarrou à sua perna com tamanha voracidade que acabou por destruir parte da armadura no local. Resolvemos, então, atacar mantendo distância da coisa. Foi um pouco demorado, mas conseguimos exterminar a meleca nojenta. Durante a luta, Jillian acabou tendo sua cimitarra corroída pela coisa.

Realmente, as criaturas que são encontradas em cavernas são bem diferentes daquelas da superfície. O que nos dá muito no que pensar… como elas foram criadas? Como se reproduzem? Do que se alimentam, quando não há nenhum aventureiro desastrado cruzando seu caminho? Enfim, estou divagando um pouco… aquele fumo que comprei antes de sair do Portal de Baldur era realmente bom!

Descendo as escadas, encontramos uma ampla abertura, por onde passava um caudaloso rio subterrâneo que era alimentado por uma cachoeira. Atravessando o rio, do outro lado da câmara, havia uma luminosidade alaranjada. Lembrou-me dos besouros de fogo contra os quais lutamos logo na entrada da caverna. Fomos surpreendidos, então, por um ataque covarde (porém, bem coordenado) de mais homens-lagartos. Esta contenda foi bem mais difícil do que as outras e o pobre Goldor quase levou a pior. Por um momento, pensei que ele seria mutilado, mas graças aos deuses o máximo que ele conseguiu foi uma bela cicatriz em seu rosto. Com um pouco de dificuldade, conseguimos sobrepuja-los.

Enquanto nosso grupo se decidia por qual caminho deveríamos seguir, Osfrid acabou subindo cachoeira acima, enquanto Garret e eu fomos explorar melhor a origem do brilho alaranjado. Como esperado, eram mais besouros-de-fogo que estavam entretidos demais com alguma coisa (acho que o cardápio era uma “lagartixa”) para prestar atenção em nós dois. Passando pelos insetos, havia um esqueleto de anão que segurava algo brilhante em sua mão. A curiosidade foi maior do que a prudência (sempre, como já dizia meu avô) e fui investigar, enquanto Garret me dava cobertura. Encontrei uma moeda anã, com uns desenhos e runas cujos significados não consegui descobrir no momento. Guardei para fazer uma avaliação mais completa em momento posterior.

Quando nós dois voltamos, Osfrid já havia descido de onde fora. Estava com uma expressão meio assustada e só conseguia falar para ninguém subir a cachoeira, pois havia uma criatura lá em cima que ele nunca vira. Começou a falar sobre algo que teria uma aparência meio de um verme gigante, com tentáculos e uma boca cheia de dentes. Se ele não fosse um paladino, diria que andou pegando meu fumo escondido. Pelo menos parou de falar na porcaria do navio que encontramos a caminho da caverna.

Nesse meio tempo, Evandele encontrou uma passagem secreta que ficava atrás de uma estátua do Deus antigo Amaunator, que estava pintado com lama escura e ornamentado com gravetos para parecer com um dragão. Sentia que nos aproximávamos de nosso destino.

Assim que a passagem secreta foi aberta, conseguimos uma “lagartixa” de capa correndo para as profundezas. Tentamos persegui-la, mas ela acabou se mostrando muito rápida e sumiu na escuridão.

Seguimos, então, pela passagem e saímos por uma ponte de pedra que passava pelo mesmo rio de antes. Ao final da ponte, saímos numa pequena ilhota que ficava dentro de um enorme lago subterrâneo. O brilho de uma montanha de ouro, na parte sul da ilhota, nos chamou a atenção. Porém, antes que pudéssemos averiguar do que se tratava, fomos surpreendidos por uma feroz “lagartixa” de capa (a mesma que correu de nós quando da abertura secreta) e cuidou de me espetar com um maldito tridente de osso. Pela descrição, era a sacerdotisa desta tribo de homens-lagartos, chamada Vektha. Apesar de ter me ferido bastante, acabou se mostrando um desafio que não estava à nossa altura e foi rechaçada.

Porém, antes de fugir, ela chamou por Thoss Furynen, o dragão negro que fomos investigar. Ele submergiu de dentro do lago e, de uma bocada só, deu cabo de sua sacerdotisa.

Por mais que lidássemos com a possibilidade de vir a encontrar com um dragão vivo, a verdade é que nada nos havia preparado para aquele momento. Estar frente a frente com um dragão negro adulto, no auge de sua glória e poder maléfico, foi realmente aterrador. Ficamos momentaneamente sem reação.

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desenho de Thoss Furynen

O transe foi quebrado apenas quando Osfrid, em meio a um ataque semi-psicótico, começou a ameaçar e gritar com Thoss Furynen. Enquanto inúmeras idéias para diversas músicas e poemas inundavam a minha mente, diante da face negra da morte (um misto de beleza e terror com asas coriáceas), Garret conseguiu calar a verborragia suicida do paladino. Assim que acordei, consegui convencer Osfrid a ir embora e ao resto do grupo de leva-lo para bem longe.

Garret e eu ficamos para trás, para distrair o dragão e ganhar tempo para que o resto de nós pudesse sair dali com vida.

Após muito esforço (e lábia), conseguimos fazer com que não fôssemos devorados. Entretanto, Thoss Furynen nos incumbiu de uma missão: encontrar um de seus ovos que lhe teria sido roubado (tenho quase certeza de ter ouvido Goldor gargalhar ao ouvir a palavra “ovos”) por um mago vermelho que estava acompanhado de um orc. O nome do mago é Arvik Zaltos que, por sinal, é o mesmo nome do mago vermelho que encontramos enforcado na entrada da cidade tal.

Nosso grupo deveria levar a Thoss Furynen a cabeça dos ladrões. Caso contrário, ele destruiria a cidade. O que deveria ter sido uma simples missão de exploração, acabou ficando muito mais complicada… E Garret foi resmungado durante todo o caminho de volta, algo sobre a minha curiosidade.

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O mais misterioso de todos os mistérios!
Descoberta intrigante no pântano

Nos últimos tempos venho tentando entender, venho tentando ver além das expectativas dos meu companheiros de viagem e tentar encontrar a medida entre a coragem para enfrentar o mal e a sabedoria para saber quando levantar minha espada. A partir dos eventos destes últimos dias dois fatos foram marcantes para mim.

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1 ) Durante a procura pelo esconderijo dos homens lagarto infectados por uma espécie de praga mágica, encontramos um barco – uma embarcação naval uma Naus – no meio do caminho entre a borda dos Pântanos do Lagarto e o covil de Thoss Furynen. Fico aqui pensando em nome de Torm como um veículo naval do tamanho de um grande dragão, veio parar no meio do Pântano? Teria sido uma magia poderosa de algum mago louco? Teria sido o ataque displicente de um Dragão Ancião que deixara o barco ali por puro descaso depois de trazê-lo por km de alguma costa distante? O mistério de como esse barco veio parar aqui. Quem seria seu capitão? E suja tripulação, quem eram? Para onde foram? Suas histórias serão contadas? Que aventura épica trouxe esses homens aqui e sua embarcação aqui?

2) Os tolos homens lagartos em sua blasfêmia aos verdadeiros Deuses idolatrando um Dragão negro como á um Deus não perceberam que não passavam de peões em um trágico e maléfico jogo, e agora nós nos vimos envolvidos nesse mesmo jogo, prestando ajuda ao maldito Dragão em busca de um solução para um problema maior, preservar as vidas dos habitantes de Dagger Ford.

Depois de ajudar o Dragão com a entrega de sua pequena cria maligna, tivemos uma surpresa ruim que acabou se mostrando algo positivo, o Demônio “Rakshasa” destruiu o altar maligno dedicado á alguma entidade das águas, diminuindo assim o peso que eu sentia por não ter feito isso logo que encontramos o artefato maldito.

Espero agora pela resultado dessa empreitada e seu reflexo na rotina de Dagger Ford.

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