The Sundering

As Estátuas e as Mãos
ou "Quem rouba as mãos de uma estátua?"

O dia começa com monumentos vandalizados: uma estátua de Umbrelee (a deusa dos mares), uma dos Flaming Fist, uma do fundador da cidade, Balduran, uma conhecida como “Seis Mercânicos Sábios” e uma chamada “O Vendedor Fiel Encontra o Mercador Honesto”. Isso deixa a população mais rica abismada e a mais pobre, encantada pela “brincadeira”.
O problema se agrava quando, no dia seguinte, a estátua de um dos companheiros de Abdel, o ranger Minsc, também tem suas mãos roubadas. Isso deixa a cidade inteira em um clima de fúria, pois é a estátua favorita de todos.
Cada um dos empregadores pede que os culpados sejam descobertos, mas cada um pede que o problema seja resolvido de um jeito: Rilsa pede que os garotos sejam entregues a população para que a justiça seja feita pelo povo. Silvershield quer que os culpados, caso sejam da elite, sejam protegidos e o caso encoberto enquanto Ravengard quera prisão dos culpados e que um julgamento seja feito.
Os heróis acabam descobrindo que os culpados são garotos filhos de patriarcas, mas os entregam à Ravengard, para o descontento das famílias e de Silvershield.

Goldor passa a frequentar cada vez mais a fortaleza dos Flaming Fists e começa a treinar com Ravengard.

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Vandalismo e Repressão
ou "Como BG começa a ir para o ralo"

O Conselho de Duques, encabeçado por Silvershield promulga uma lei que diz que “(…) todos os cidadãos de Baldur’s Gate deverão se vestir de forma apropriada (…)”, ou seja, apenas os cidadãos mais ricos poderiam usar as roupas mais coloridas e as jóias mais caras. Isso não afeta diretamente os aventureiros, então isso fica renegado a uma nota de rodapé.
Ao andar pelas ruas eles percebem uma onda de vandalismo que se mostra clara com pichações como “Acabem com os patriarcas!”, ou “Abaixo o Flaming Fist!”.
Para tentar acabar com o vandalismo, Ravengard despacha seus soldados para lidar com a população, mas os homens da lei se aproveitam para achacar os moradores da cidade. Garret fala algo discretamente com um halfling que lidera uma patrulha e ele passa a defender os civis, como que por mágica. Isso deixa Goldor e “Rato” sem entender, mas eles não se aprofundam no assunto por confiarem no amigo.

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Conhecendo os Patronos
ou "Que se iniciem os trabalhos"

Logo de cara nossos heróis receberam três tarefas, uma de cada empregador: Rilsa Pede ao grupo para roubar um coletor de impostos abusivos (a fim de redistribuir o dinheiro entre as pessoas mais pobres); Ravengard pede a eles que procurem ligações de alguns cidadãos com a guilda dos ladrões da cidade. Para tal ele entrega um mandado de busca e os aponta na direção de três alvos: a alquimista Yssra Brackel (que cai do segundo andar de sua casa), a dona da taverna “The Low Lantern”, a ex-capitã pirata Laraela Thereth e o patriarca (morador da parte rica da cidade) Norold Dlusker, que aparentemente faz receptação e redistribuição de bens para a guilda. Após ser confrontado por Dona Eva e Goldor da situação, ele abre o jogo e diz que é financiado por uma “Lady Keene”.
Silvershield Pede a eles que fechem dois antros de vício na cidade: “O Oásis”, em Pequena Calimshan e a própria “Low Lantern”.
-Goldor: a comida tava munto boa na casa do Silvershield mas Garret falou alguma coisa complicada para ele e não pudemos comer mais.
Garret consegue impedir o fechamento da “Lantern” ao receber um colar de pérolas como “colaboração”

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E a História Começa
ou "Caralho! Como assim ele tá rasgando a pele?"

Era o início de um festival em Baldur’s Gate quando Dona Eva, Garret, Goldor e “Rato” presenciam o assassinato do duque da cidade, Abdel Adrian.
Ao tentar cantar uma canção para auxiliar, Abdel, “Rato” acaba o distraindo, o que leva ao falecimento do ex-aventureiro e ao aparecimento do último dos Baalspawns.
Após uma luta difícil, os heróis conhecem Rilsa Rael, Torlin Silvershield e Ulder Ravengard e começam a trabalhar para eles.

-Rato: "E então Garret com uma flecha que parecia guiada pelos deuses, deu o ultimo golpe na vil criatura!’
-Garret: “Hã… era um virote de besta e…”
-Rato: “Você já ouviu falar de virote guiado pelos deuses? Não? Então era uma flecha!”

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